Há certa resistência entre alguns estudiosos em usar termos muito fechados para definir povos, regiões ou gerações. Argumentam que definições simplificam os problemas e que toda simplificação tende a superficializar o debate. Outra corrente defende que, ainda que possam simplificar o debate, as definições têm o mérito de orientar as discussões. Fiquemos com a segunda opção. Até pouco tempo atrás, livros e filmes ainda falavam da Geração X, aquela que substituiu os yuppies dos anos 80. Essa turma preferia o bermudão e a camisa de flanela à gravata colorida e ao relógio Rolex, ícones de seus antecessores. Isso foi no início dos anos 90.
A patricinha, o roqueiro, o sonolento, a estudiosa. Os tipos de alunos encontrados em uma escola já foram retratados com humor em filmes adolescentes e em videoclipes musicais, mas agora pesquisadores da Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) traçaram um perfil psicológico de 51 mil pessoas que deve servir para que os professores "entendam seus alunos". Fazendo uso de um questionário online (www.temperamento.com.br), os estudiosos analisaram o perfil de pessoas com idades entre 11 e 32 anos.














































